Relatório de aula 10/06
Professor Edu
A aula deu inicio com alongamentos individuais, logo após começamos com meditações ativa, a primeira meditação foi como se estivéssemos numa caixa de areia marcando ela com os pés, primeiro o pé direito para frente depois o esquerdo, depois marcar para o lado direito e lado esquerdo, e depois para trás na mesma seqüencia, as mãos na altura pubiana e elevando como uma seta na mesma indicação dos pés e a outra fica na altura do peito. Partimos para outra meditação na qual os braços ficam esticados para os lados, palma da mão direita para cima e a esquerda para baixo, começando com giro lento no sentido anti-horário e acelerando, deixando o corpo brincante, durante 10 minutos, após os 10 minutos paramos em pé, abraçando seu próprio corpo de olhos fechados.
Essas duas meditações m deixaram com a sensação de corpo e mente limpas, livres de vícios, e pronto para novas composições.
Depois sentamos com os pés juntos, primeiro fizemos um movimento circular como se a nossa coluna fosse o inicio de um ciclone, usando o apoio das mãos indo e voltando, em 8,6,4 e 2 tempos, em seguida fizemos os mesmos movimentos, só que com as mãos riscando um circulo, e depois os mesmos movimentos segurando os dedões dos pés. Esse exercício nos provocou a se movimentar pelo espaço utilizando dos próprios movimentos executados e explorando o corpo a novas experiências e sem que o corpo relaxe dessa experiência selecionamos 3 imagens.
Esse próximo exercício nós provocávamos o corpo ao desequilíbrio, e também selecionar 3 imagens destes pontos de desequilíbrio.
Em seguida começamos a trabalhar ritmos e tempos diferentes, onde o corpo passava por 5 estágios, sendo eles; Aragem, Brisa, Vento, Ventania e Tempestade, onde o primeiro começa com movimento quase imperceptível, e vai numa crescente até chegar à tormenta na tempestade, na velocidade máxima do corpo.
Embasados nesses exercícios, e com as imagens compostas, começamos a construir e experimentar partituras cênicas. Finalizamos com essa experimentação de cena, onde ouve a tentativa de converge as técnicas para essa única cena.
Todos os exercícios e meditações facilitaram e me impulsionaram para uma criação autentica, me provocando e me estimulando para novas descobertas.
Rodrigo Oliveira
Professor Edu
A aula deu inicio com alongamentos individuais, logo após começamos com meditações ativa, a primeira meditação foi como se estivéssemos numa caixa de areia marcando ela com os pés, primeiro o pé direito para frente depois o esquerdo, depois marcar para o lado direito e lado esquerdo, e depois para trás na mesma seqüencia, as mãos na altura pubiana e elevando como uma seta na mesma indicação dos pés e a outra fica na altura do peito. Partimos para outra meditação na qual os braços ficam esticados para os lados, palma da mão direita para cima e a esquerda para baixo, começando com giro lento no sentido anti-horário e acelerando, deixando o corpo brincante, durante 10 minutos, após os 10 minutos paramos em pé, abraçando seu próprio corpo de olhos fechados.
Essas duas meditações m deixaram com a sensação de corpo e mente limpas, livres de vícios, e pronto para novas composições.
Depois sentamos com os pés juntos, primeiro fizemos um movimento circular como se a nossa coluna fosse o inicio de um ciclone, usando o apoio das mãos indo e voltando, em 8,6,4 e 2 tempos, em seguida fizemos os mesmos movimentos, só que com as mãos riscando um circulo, e depois os mesmos movimentos segurando os dedões dos pés. Esse exercício nos provocou a se movimentar pelo espaço utilizando dos próprios movimentos executados e explorando o corpo a novas experiências e sem que o corpo relaxe dessa experiência selecionamos 3 imagens.
Esse próximo exercício nós provocávamos o corpo ao desequilíbrio, e também selecionar 3 imagens destes pontos de desequilíbrio.
Em seguida começamos a trabalhar ritmos e tempos diferentes, onde o corpo passava por 5 estágios, sendo eles; Aragem, Brisa, Vento, Ventania e Tempestade, onde o primeiro começa com movimento quase imperceptível, e vai numa crescente até chegar à tormenta na tempestade, na velocidade máxima do corpo.
Embasados nesses exercícios, e com as imagens compostas, começamos a construir e experimentar partituras cênicas. Finalizamos com essa experimentação de cena, onde ouve a tentativa de converge as técnicas para essa única cena.
Todos os exercícios e meditações facilitaram e me impulsionaram para uma criação autentica, me provocando e me estimulando para novas descobertas.
Rodrigo Oliveira
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