
Apresenta:
MIRAFLORES

Espetáculo selecionado para o encerramento do XVI FESTIVAL DE TEATRO DE VINHEDO 2009
Espetáculo premiado em quatro categorias no VIII FESTIVAL DE TEATRO DE MOGI MIRIM 2009
Data:
08/09 (4ª feira) às 20h00
Local: Vinhedo-SP - Teatro Municipal Sylvia de Alencar Matheus Rua Monteiro de Barros, 101
Valor: Gratuito, bilheteria abrirá 1 hora antes do espetáculo
20/09 (2ª feira) às 19h30 e 24/09 (6ª feira) às 19h30
Local: Campinas-SP - Auditório IA ( Unicamp ) Rua Elis Regina, 50Valor: Gratuito, retirar senhas com 1 hora de antecedência no local
Produção: Jó Bichara
Direção: Adilson Ledubino
Direção Musical: Eduardo Virgílio
Elenco: Amanda Moreira
Eduardo Virgílio
Henrique César Vieira
Letícia Frutuoso
Rafael Santin
Vítor Paranhos
O ESPETÁCULO - Miraflores é a história de uma cidade imaginária e também a de seus moradores que, após fugirem da cidade da “Ratoeira”, crêem ter encontrado ali um lugar ideal para se viver. Das relações mais cotidianas e imediatas desvelam-se detalhes extraordinários que, no fundo, não têm nada de novo. Os tais moradores são como qualquer um de nós, pessoas... comuns. Porém, a utopia de uma vida igualitária e harmoniosa é destruída pela ação corrosiva do poder. As personagens seguem em nova retirada. Porém, terão eles encontrado o que procuram?
O TEXTO - O texto dramaturgico de Miraflores é resultado de processo colaborativo pautado na obra de Bertolt Brecht (usado como método de montagem) e baseado nos textos sobre poder de Michel Foucault (como temática principal). Estruturado em um prólogo, cinco quadros e um epílogo, que se ligam para contar a história dos moradores de uma nova cidade, tem como fio condutor três gerações de mulheres que representam o sonho, a decepção e a luta perseverante e esperançosa na mudança. É um retrato atemporal, supostamente localizado num território distante e imaginário, mas que ainda assim, nos fala diretamente, chamando-nos à reflexão sobre as formas de relacionamento que reinam entre os seres.
O PROCESSO COLABORATIVO - Modo de produção teatral pautado no coletivo, buscando garantir a todos os participantes o espaço para a criação. As fronteiras tradicionalmente rígidas no teatro são derrubadas e a troca entre os diversos profissionais é permitida e encorajada. O texto não é mais posse do dramaturgo, nem o palco reinado intocável do ator, nem a encenação exclusividade do diretor. Todos opinam e colaboram em tudo, ainda que as funções sejam mantidas para um bom funcionamento do trabalho. No processo colaborativo se conhece o ponto de partida, nunca o de chegada. Este é resultante da relação direta entre todos os envolvidos da Cia. Bancante de Teatro na sua concepção de criação.
“Na História, como na Natureza, a podridão é a fonte da vida, da mudança”.(Eduardo Galeano)
Espetáculo premiado em quatro categorias no VIII FESTIVAL DE TEATRO DE MOGI MIRIM 2009
Data:
08/09 (4ª feira) às 20h00
Local: Vinhedo-SP - Teatro Municipal Sylvia de Alencar Matheus Rua Monteiro de Barros, 101
Valor: Gratuito, bilheteria abrirá 1 hora antes do espetáculo
20/09 (2ª feira) às 19h30 e 24/09 (6ª feira) às 19h30
Local: Campinas-SP - Auditório IA ( Unicamp ) Rua Elis Regina, 50Valor: Gratuito, retirar senhas com 1 hora de antecedência no local
Produção: Jó Bichara
Direção: Adilson Ledubino
Direção Musical: Eduardo Virgílio
Elenco: Amanda Moreira
Eduardo Virgílio
Henrique César Vieira
Letícia Frutuoso
Rafael Santin
Vítor Paranhos
O ESPETÁCULO - Miraflores é a história de uma cidade imaginária e também a de seus moradores que, após fugirem da cidade da “Ratoeira”, crêem ter encontrado ali um lugar ideal para se viver. Das relações mais cotidianas e imediatas desvelam-se detalhes extraordinários que, no fundo, não têm nada de novo. Os tais moradores são como qualquer um de nós, pessoas... comuns. Porém, a utopia de uma vida igualitária e harmoniosa é destruída pela ação corrosiva do poder. As personagens seguem em nova retirada. Porém, terão eles encontrado o que procuram?
O TEXTO - O texto dramaturgico de Miraflores é resultado de processo colaborativo pautado na obra de Bertolt Brecht (usado como método de montagem) e baseado nos textos sobre poder de Michel Foucault (como temática principal). Estruturado em um prólogo, cinco quadros e um epílogo, que se ligam para contar a história dos moradores de uma nova cidade, tem como fio condutor três gerações de mulheres que representam o sonho, a decepção e a luta perseverante e esperançosa na mudança. É um retrato atemporal, supostamente localizado num território distante e imaginário, mas que ainda assim, nos fala diretamente, chamando-nos à reflexão sobre as formas de relacionamento que reinam entre os seres.
O PROCESSO COLABORATIVO - Modo de produção teatral pautado no coletivo, buscando garantir a todos os participantes o espaço para a criação. As fronteiras tradicionalmente rígidas no teatro são derrubadas e a troca entre os diversos profissionais é permitida e encorajada. O texto não é mais posse do dramaturgo, nem o palco reinado intocável do ator, nem a encenação exclusividade do diretor. Todos opinam e colaboram em tudo, ainda que as funções sejam mantidas para um bom funcionamento do trabalho. No processo colaborativo se conhece o ponto de partida, nunca o de chegada. Este é resultante da relação direta entre todos os envolvidos da Cia. Bancante de Teatro na sua concepção de criação.
“Na História, como na Natureza, a podridão é a fonte da vida, da mudança”.(Eduardo Galeano)
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