SP Escola de Teatro CEPECA – Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator
Protocolo da aula do dia 09/09/2010
Elaborado por: Jó Bichara
Vamos lá, hoje com Cadú e Renata, ou seja, “O Ator Musical: a musicalidade como eixo central na composição cênica” e “Um olhar, um novo olhar, através de...”, a máscara uma possibilidade pedagógica. Começamos o trabalho de hoje tocando nosso próprio corpo como se estivéssemos “despregando” toda nossa pele, todo nosso corpo. Longo tempo “despregando” a pele, depois continuamos a sentir nosso corpo, como se estivéssemos nos moldando, como se fossemos feito de massinha e aos poucos fomos nos aproximando dos colegas, e com tal aproximação, passamos a tocar o colega sem deixar de nos perceber também, exploramos todo o corpo do outro com o intuito de procurarmos o que o outro corpo tem que nos assemelha a nós ou o que o outro tem que se difere de nós e depois de certo tempo, ainda tocando uns aos outros, todos começaram a se deslocar pelo espaço até o encontro entre todos seguido de um toque mútuo, formando um só desenho, uma só forma, lembrando que a respiração é fundamental, jamais esquecer de respirar com consciência.
Passamos para um exercício de respiração e voz onde ao falar uma vogal, a transmitíamos por todo o nosso corpo, ou seja, emitíamos o som de uma vogal e fazíamos esse som ressoar por partes do corpo isoladamente, como: cabeça, face, pescoço, peito, diafragma. Brincamos-testamos vogais e consoantes e aprendemos a ouvir os sons emitidos por partes diferentes do nosso corpo. Depois individualmente, uma pessoa se dirigia ao centro da roda e os demais tocavam alguma parte do corpo da pessoa que estava ao centro e com isso a mesma pessoa do centro devia falar uma frase ressoando dessa parte que era estimulada pelos colegas, esse estímulo deveria ser feito de maneira acintosa, com diversas partes do corpo.
Fomos então para as máscaras, todos recebemos uma máscara, cada um com uma diferente da outra, e de olhos fechados começamos a sentir essa máscara, a tocá-la e depois de um tempo tocando-as, abrimos os olhos e começamos a “estudar” a máscara que nos foi dada. Depois começamos a pronunciar nossas frases “encarnados” na imagem que retiramos de nossas máscaras e mais adiante as máscaras foram retiradas de nossas mãos, mas continuamos com nosso trabalho de pronuncia (voz) e encarnação (máscara). Entre essa “encarnação”, podíamos responder aos estímulos gerados pelos outros. Junto a tudo isso, nosso corpo também se moldou a essa “encarnação” e foi criando formas. Passamos depois para um exercício onde tinha os mesmos parâmetros só que agora recebemos máscaras diferentes, realizamos todo o processo novamente e criamos uma nova fala e corpo. Tínhamos agora uma frase dita de maneiras diferentes, com corpos diferentes. Com tudo isso adquirido, fomos agora para um novo processo de experimentação, onde devíamos esquecer todas as formas corporais adquiridas até o momento e experimentar novas alternativas, sempre ressonando nossa frase e ou texto nos tons que descobrimos anteriormente, lembrando: estamos experimentando corpo e não voz. Depois de certo tempo experimentando, escolhemos dois movimentos corporais e adaptamos a fala e apresentamos individualmente. Com isso passamos a experimentar tudo isso nas diversas ressonâncias corporal.
Tudo isso serviu para acrescentar na nossa criação até o presente momento e com isso também foi sugerido montar uma pré-cena antes da cena já composta anteriormente, ou seja, isso que havíamos feito até o momento foi acrescentado na nossa apresentação final. Com isso voltamos a apresentar nossa cena composta até o momento, acrescentando tudo isso que vimos nessa aula.
Protocolo da aula do dia 09/09/2010
Elaborado por: Jó Bichara
Vamos lá, hoje com Cadú e Renata, ou seja, “O Ator Musical: a musicalidade como eixo central na composição cênica” e “Um olhar, um novo olhar, através de...”, a máscara uma possibilidade pedagógica. Começamos o trabalho de hoje tocando nosso próprio corpo como se estivéssemos “despregando” toda nossa pele, todo nosso corpo. Longo tempo “despregando” a pele, depois continuamos a sentir nosso corpo, como se estivéssemos nos moldando, como se fossemos feito de massinha e aos poucos fomos nos aproximando dos colegas, e com tal aproximação, passamos a tocar o colega sem deixar de nos perceber também, exploramos todo o corpo do outro com o intuito de procurarmos o que o outro corpo tem que nos assemelha a nós ou o que o outro tem que se difere de nós e depois de certo tempo, ainda tocando uns aos outros, todos começaram a se deslocar pelo espaço até o encontro entre todos seguido de um toque mútuo, formando um só desenho, uma só forma, lembrando que a respiração é fundamental, jamais esquecer de respirar com consciência.
Passamos para um exercício de respiração e voz onde ao falar uma vogal, a transmitíamos por todo o nosso corpo, ou seja, emitíamos o som de uma vogal e fazíamos esse som ressoar por partes do corpo isoladamente, como: cabeça, face, pescoço, peito, diafragma. Brincamos-testamos vogais e consoantes e aprendemos a ouvir os sons emitidos por partes diferentes do nosso corpo. Depois individualmente, uma pessoa se dirigia ao centro da roda e os demais tocavam alguma parte do corpo da pessoa que estava ao centro e com isso a mesma pessoa do centro devia falar uma frase ressoando dessa parte que era estimulada pelos colegas, esse estímulo deveria ser feito de maneira acintosa, com diversas partes do corpo.
Fomos então para as máscaras, todos recebemos uma máscara, cada um com uma diferente da outra, e de olhos fechados começamos a sentir essa máscara, a tocá-la e depois de um tempo tocando-as, abrimos os olhos e começamos a “estudar” a máscara que nos foi dada. Depois começamos a pronunciar nossas frases “encarnados” na imagem que retiramos de nossas máscaras e mais adiante as máscaras foram retiradas de nossas mãos, mas continuamos com nosso trabalho de pronuncia (voz) e encarnação (máscara). Entre essa “encarnação”, podíamos responder aos estímulos gerados pelos outros. Junto a tudo isso, nosso corpo também se moldou a essa “encarnação” e foi criando formas. Passamos depois para um exercício onde tinha os mesmos parâmetros só que agora recebemos máscaras diferentes, realizamos todo o processo novamente e criamos uma nova fala e corpo. Tínhamos agora uma frase dita de maneiras diferentes, com corpos diferentes. Com tudo isso adquirido, fomos agora para um novo processo de experimentação, onde devíamos esquecer todas as formas corporais adquiridas até o momento e experimentar novas alternativas, sempre ressonando nossa frase e ou texto nos tons que descobrimos anteriormente, lembrando: estamos experimentando corpo e não voz. Depois de certo tempo experimentando, escolhemos dois movimentos corporais e adaptamos a fala e apresentamos individualmente. Com isso passamos a experimentar tudo isso nas diversas ressonâncias corporal.
Tudo isso serviu para acrescentar na nossa criação até o presente momento e com isso também foi sugerido montar uma pré-cena antes da cena já composta anteriormente, ou seja, isso que havíamos feito até o momento foi acrescentado na nossa apresentação final. Com isso voltamos a apresentar nossa cena composta até o momento, acrescentando tudo isso que vimos nessa aula.
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